quinta-feira, 27 de maio de 2010

LISTA DE VENCEDORES DO PASSATEMPO DE MAIO


Maria Marques - Nogueira Cravo
“O meu rebento,
Quer à força ser um homenzinho,
Mas ainda vai ter muito que aprender,
E eu muito que lhe ensinar,
No que respeita à sexualidade,
Tenho de me começar a preparar,
E daqui a uns aninhos,
Muitas conversas vamos ter,
As namoradas tem de saber escolher,
Com protecção vai também andar,
Pois não quero ter netos antes do tempo,
Visto ter uma vida para com ele ainda aproveitar.”


Catarina Sofia Ferreira Santos - São João das Lampas
“A filha de um grande amigo meu, com 4 anos, encontrou o que ela chamava um "amiguinho". Um rapaz de 13 anos que brincou com ela quando ela se meteu com ele.
Foi uma situação perfeitamente normal e, no final, mesmo antes de o meu amigo a levar para casa, ela foi pedir ao rapaz que lhe desse um beijo de despedida.
Quando o rapaz se baixou para lhe dar o beijo, ela virou a cara e ele acabou por a beijar nos lábios.
Ele, claro, ficou muito atrapalhado e "fugiu" e o meu amigo acabou a ralhar com a filha.
Ela gritou com ele e disse-lhe que ele não devia tê-la afastado do rapaz, que ia ser o seu namorado.
Acho que está aqui um exemplo simples e inocente de como as crianças vivem a sua sexualidade.”


Celina Rodrigues - Bombarral
“Nunca fui de fazer perguntas sobre esse tema aos meus pais, mas quando era mais pequena acreditava que os bebés vinham na cegonha. Nem sei quem me terá contado essa história, mas não foram os meus pais, talvez ideias da televisão. Bem, tinha sempre a mania de perguntar aos meus pais, quando víamos uma ave, que pássaro era aquele.
Atém que um dia eles estranharam o meu interesse pelo tema e me perguntaram. E, com a sinceridade prórpia de qualquer criança inocente, lhes disse "Gostava de ver uma cegonha com um bebé, porque já vi muitos bebés sem cegonhas!"”


Marta Carreira - Belas
“Um dia, o 2º filho mais velho de um casal nosso amigo, na altura com 4 anos, pergunta à mãe que o estava a vestir de manhã:
"Oh mãe por que é que a minha pilinha está assim de pé?"
Ainda a mãe estava a pensar numa resposta, quando ele muito depressa responde:
"Ah, já sei! É que ela acorda primeiro do que eu!"”


Nelson Frias Amaral - Sátão
“Lembro-me de ser criança com apenas 4 ou 5 anos e saber rigorosamente nada sobre a sexualidade, ainda pensava que eram as cegonhas que traziam os bebés. Pelo menos era isso que os meus pais me diziam.
Até que um certo dia, um primo dois anos mais velho que eu veio ter comigo e me disse que tinha descoberto como é que nós tinhamos vindo ao mundo.
Tinha ouvido a alguém dizer que para nós sermos feitos o pai tinha que por a pilinha no rabinho da mãe e depois fazia com que a mãe ficasse com uma barriga grande onde estava um bebé.
Devido à minha inocência e de nada saber sobre a sexualidade, pode-se dizer que acreditei, mas mesmo assim inocentemente fui perguntar à minha mãe se realmente era assim que as coisas aconteciam.
Sobre isto ela respondeu-me que era mais ou menos assim, mas que mais tarde me explicava como era na realidade. Mais tarde descobri por mim como acontecia na realidade...”

terça-feira, 27 de abril de 2010

Lista de Vencedores do Passatempo de Abril


Os vencedores são:

1 - Gonçalo Mil-Homens Pedreira - Alfragide
«Somo quatro irmãos - mais precisamente dois irmãos e duas irmãs - e eu sou o mais velho.
Nascemos três com poucos anos de diferença, crescemos juntos e ainda nos mantemos muito unidos.
Mas muito anos depois de eu chegar, tinha eu entrado na universidade, os meus pais tiveram uma distração e ficámos todos à espera daquela que é a minha irmã mais nova.
Como o meu pai trabalhava muitas vezes no turno da noite, era eu que assumia o papel de apoio à minha mãe, cumprindo-lhe as vontades, levando-a ao médico ou fazendo as compras necessárias, durante a gravidez e mesmo depois de a minha mana nascer.
Tive muito treino sobre o que era ser "o pai" e vi de muito perto o que era uma mãe com experiência.
Por isso, quando a minha própria mulher engravidou, fui eu que a fui acalmando perante aqueles nervos de "novata", fui eu que a ajudei com os meus conhecimentos adquiridos logo aos 18 anos.
Por isso desde muito cedo que "eu sei tudo sobre as mamãs" e tenho muito orgulho nessa experiência e no que ela me permitiu usufruir da gravidez da minha mulher!»


2 - Paula Bet - Vermoim VNF
«Eu sei tudo sobre as mamãs... Pois é eu deveria saber tudo sobre as mamãs, afinal sou mãe... e a verdade é que não tenho a certeza de saber tudo, aliás como poderia eu saber tudo...
A minha mamã teve as suas dificuldades e tivemos bastantes "choques" na nossa convivência... é claro que eu quero evitar ter "choques" com a minha filha... mas não sou uma super-heroina e ás vezes também erro...
O que sei afinal sobre as mamãs?!?
Que não somos Super-Mulheres e que gostariamos muitas vezes de fazer mais ou de ter mais tempo...
Eu como mãe tenho consciência que não sei tudo sobre as mamãs, muitas das vezes tento disfarçar a incerteza com "Eu é que sei... eu sou mãe..."
Gostava de ver esta perspectiva pela lado da minha filha...
Gostava se ser Super-Mãe e saber tudo sobre as mamãs...»

3 -Patrícia Carla Viegas Madeira - Várzea-Santarém
«Quando a minha filha faz algum disparate dos grandes, fico tão zangada que começo a ralhar com ela em tom mais agressivo.
A sua reacção inicial é fugir para bem longe, ficando zangada também, mas pouco tempo depois volta e persegue-me, puxando-me pela perna, com uma carinha de cachorrinho abandonado e diz: "esculpa mamã, beijinho" (desculpa mamã, beijinho).
E pronto, fico logo desarmada, já sabe que não resisto a esta estratégia dela para me acalmar.»

4 -Nelson Frias Amaral - Sátão - Viseu
«Acho que na realidade nunca sabemos tudo sobre as mamãs.
Quando somos crianças queremos acreditar que o que fazemos é o que está correcto, e ao mesmo tempo não sabemos o porquê, ou então não queremos entender porque é que as nossas mamãs reagem de determinada forma em determinadas situações.
Depois conforme vamos crescendo vamos começando a entender e a dar alguma razão ao facto de as mamãs reagirem de determinada maneira entendendo o seu porquê.
Quando realmente somos crescidos e com alguma maturidade conseguimos dar valor aquilo que as nossas mamãs pretendiam que fizéssemos quando éramos mais novos e nós simplesmente ignorávamos ou fazíamos de contas que não entendíamos.
Com isto só se pode dizer: "Eu sei tudo sobre as mamãs", realmente quando já somos bem grandinhos e entendemos os porquês de muita coisa.»

5-Elisabete Mateus - Vendas de Azeitão
«Eu também achava que sabia tudo sobre as mamãs até pertencer ao clube. Agora sim dou valor e respeito o que é ser uma mamã que para além deste título que é suficiente para encher 24h de cada dia também continuamos a ser mulheres, esposas, donas de casa e profissionais.
Ser mamã é um desafio muito grande e ao qual nos vamos adaptando conforme o vamos vivendo.
Desde que o meu bebé nasceu que já não sei o que é ir ao cinema, discoteca, bar, viagens ao estrangeiro.
As horas de sono só existem se o bebé deixar e claro constantemente com interrupções, já lá vai o tempo em que me levantava às duas da tarde no Domingo.
Já para não falar nas alterações que o corpo sofreu, a roupa que antes usava tive que a guardar em sacos com esperança que um dia possa voltar a usá-la. E o mais giro é que não há tempo para ir às compras pelo que acabo por usar as mesmas roupas como se fossem fardas todas as semanas.
Ser mulher e esposa é outro desafio, querer arranjar-me e estar sensual com constantes manchas de baba e leite na roupa, sem tempo para ir ao ginásio, maquilhar é no carro na fila de trânsito e perfume nem pensar.
Mas em conclusão, o mais incrível de tudo é que todos estes pequenos sacrifícios são compensados cada vez que vejo o bebé a sorrir.
E mesmo com tantas alterações na vida posso dizer com boca cheia que ser mãe é a melhor sensação do mundo.»


Boa sorte para o próximo passatempo, estão 5 exemplares do livro "A Criança e a Educação Sexual" em jogo, lê mais nos posts anteriores.

Passatempo do Mês de Maio


Caros Leitores, aqui vai o passatempo do mês de Maio.

Este passatempo consiste no envio de um episódio do vosso conhecimento ligado à inocência das crianças e temática da sexualidade.

Respostas aceites: as enviadas até dia 25 de Maio.
A Editorial Presença, oferece 1 exemplar da obra "A Criança e a Educação Sexual" às 5 melhores histórias.



Regras (alteraram)
1 – Enviar um mail para passatempo.gravidez@gmail.com: Com o assunto: (nome do passatempo) /Mês (ex: Abril)
- Colocar dados pessoais: (nome e morada completa)
- Resposta ao passatempo

2– Após o apuramento dos vencedores, os mesmos serão publicados neste espaço, e será colocado um post com a informação de que foram apurados os vencedores no "Planeamento de uma Gravidez"

3 - Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuídos numa segunda lista de vencedores do passatempo.

4 - Depois será enviado o livro pela Editorial Presença aos vencedores.

Livro do Mês: Maio 2010


A Criança e a Educação Sexual

Debra W. Haffner

Título Original: From Diapers To Dating: A Parent’s Guide to Raising Sexually Healthy Children

Tradução: Inês Santos Cöhnen

Páginas: 208

Colecção: Orientações Nº 28

PREÇO COM IVA: 14, 96 €

Código de Barras: 9789722333672

ISBN: 972-23-3367-4

Data de Publicação: 17 Maio 2005



SEXÓLOGA CONHECIDA POR MILHÕES DE AMERICANOS FALA DE SEXO ÀS CRIANÇAS


· Um livro recomendado pelo Director Executivo da Academia Americana de Pediatras, Dr. Joe M. Sanders Jr. - “Este livro, de uma das principais autoridades em matéria de educação sexual, deverá ser lido por todos os pais.”

· Uma obra descrita pelas revistas americanas Newsweek, Time e Oprah e pelo jornal americano USA Today como “real, prática, e informativa – o melhor guia para aprender a ser pai.”



Nos dias que correm não é fácil ser-se pai ou mãe. De igual modo, também não é fácil ser-se criança. É por isso essencial que as bases para um desenvolvimento intelectual, emocional e moral adequadas sejam estabelecidas logo na infância, para que as crianças se tornem, mais tarde, adultos saudáveis e confiantes. Partindo deste princípio, uma boa educação deve incluir, naturalmente, o tema da sexualidade. Ao ler este manual, acabará por chegar à conclusão de que abordar este tema com as crianças pode ser, afinal, um dos prazeres de se ser pai ou mãe, e até divertido e interessante. Não se esqueça de que «estabelecer as bases para dialogar acerca de sexualidade ao longo dos primeiros anos de vida dos seus filhos tornará estas conversas muito mais fáceis durante a adolescência, quando eles se tornam ainda mais insistentes.»


Debra W. Haffner foi Presidente do Sexuality Information and Education Council of the United States (SIECUS) de 1988 a 2000. É educadora sexual; tem um mestrado em Saúde Pública pela Universidade de Yale, e é mãe de duas crianças. Os seus artigos aparecem com alguma regularidade em jornais como o New York Times ou o Washington Post.



COMENTÁRIOS IMPRENSA ESTRANGEIRA


«Um valioso livro…que proporciona uma leitura fluida e positiva sobre sexo com os seus filhos.» - Washington Post


«Um novo guia para os pais que os faz pensar sobre o tema.» - Newsweek


«Um excelente guia que aborda a sexualidade das crianças e adolescentes.(…) Essencial para todas as bibliotecas públicas.» - Library Journal

sábado, 27 de março de 2010

Passatempo de Abril


Caros Leitores, aqui vai o passatempo do mês de Abril.

Este passatempo consiste no envio de um curto relato das vossas vidas sobre o tema do livro.

Respostas aceites: as enviadas até dia 25 de Abril.
A Editorial Presença, oferece 1 exemplar da obra "Eu Sei Tudo Sobre as Mamãs" às 5 melhores histórias.

Nota: Este Livro só estará disponível nas bancas apartir de dia 6 de Abril.

Regras (alteraram)
1 – Enviar um mail para passatempo.gravidez@gmail.com: Com o assunto: (nome do passatempo) /Mês (ex: Abril)
- Colocar dados pessoais: (nome e morada completa)
- Resposta ao passatempo

2– Após o apuramento dos vencedores, os mesmos serão publicados neste espaço, e será colocado um post com a informação de que foram apurados os vencedores no "Planeamento de uma Gravidez"

3 - Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuídos numa segunda lista de vencedores do passatempo.

4 - Depois será enviado o livro pela Editorial Presença aos vencedores.

Vencedores do Passatempo de Março

Os vencedores do mês de Março são:


Maria Simões - Coimbra
«Quando era filha,
Não havia mesada para ninguém,
E se queria alguns tostões,
Tinha de tirar boas notas,
E ajudar em casa a mãe.
Hoje sou mãe,
E também não dou mesada à minha filha,
Sempre lhe disse,
Que quando precisar basta pedir,
Pois assim não gasta no que não faz falta,
E poupa para comprar o que realmente vale a pena.»


Lia Duarte-Montalegre
«Com o nascimento da minha filha a minha condição de vida mudou muito: passei de esposa dependente (desempregada) para ser simplesmente a sua mãe da minha bebé, sem um tostão no bolso! Rapidamente a questão económica sobrepôs-se ao choque inicial de ter um bebe nos braços e não ter um marido e um pai para a minha filha. Felizmente tenho o apoio dos meus pais mas, senti urgência em mudar os meus hábitos de consumo e ensinar à minha filha life skills (saber-fazer, habilidades que salvam a nossa vida): cozinhar, criar o próprio alimento, saber distinguir o essencial do supérfluo, saber viver com pouco dinheiro, enfim viver com alegria e inteligência. Quando não há dinheiro tem que haver imaginação, flexibilidade, mudança! A principal: a alimentação. Homemade é a chave: fazer todas as refeições em casa (levar lanche se vamos sair), fazer iogurtes em casa, pão e bolachas. Ter uma horta é essencial (actualmente sou ovo-lacto-vegetariana). Não comprar alimentos processados é ser inteligente.

Para além disso passei a considerar um luxo o que antes era para mim essencial: roupas (reciclo, remendo, uso em segunda mão), perfumes (não uso), champô (substituo por sabão azul e amaciador), comprar livros (agora vou à biblioteca), cinema (substituí por livros, tv e internet), entre outras coisas. Ser mãe, e viver esta mini-crise, fez-me aproximar da natureza e dar valor aos instintos básicos de sobrevivência. Hoje em dia, o único luxo que tenho é o tempo que dedico às brincadeiras com a minha bebé e isso, toda a gente sabe, é de graça. Sinto-me leve, desperta, feliz e pronta para enfrentar qualquer crise que venha por aí. 3 Vivas à maternidade!»

Carla Isabel - Vila Flor

«Desde de pequena fui ensinada que o dinheiro custa a ganhar e este è o a ideia que quero passar aos meus filhos.»


Livro do Mês de Abril


Data de Publicação: 6 Abril 2010

OS CRESCIDOS DIZEM QUE AS MAMÃS…

Através dos olhos de uma criança, alguns mitos sobre o desempenho das mamãs são esclarecidos. Com a frase «Os crescidos dizem que…» um pequeno leitor guia-nos pela descoberta do que são realmente as mamãs na perspectiva dos mais novos.

«Os crescidos acham que sabem tudo sobre as mamãs.

Mas eu acho que eles não entendem nada.

Passam o tempo a inventar coisas porque falam do que não conhecem!

Por isso, prestem-me atenção!

Eu vou contar-vos tudo sobre as mamãs!»

Com texto de Nathalie Delebarre e ilustrações de Aurélie Blanz, Eu Sei Tudo Sobre as Mamãs, é um livro para crianças a partir dos seis anos.

terça-feira, 9 de março de 2010

Passatempo do mês de Março



Caros Leitores, aqui vai o passatempo do mês de Março.

Este passatempo consiste no envio de um curto relato da experiência que tiveram como mãe/pai que relacione economia/finanças com a educação dos vossos filhos.

Respostas aceites: as enviadas até dia 25 de Março.
A Editorial Presença, oferece 1 exemplar da obra "Parentonomics - GUIA PARENTAL SEGUNDO PRINCÍPIOS ECONÓMICOS" às 3 melhores histórias.

Regras (alteraram)
1 – Enviar um mail para passatempo.gravidez@gmail.com: Com o assunto: (nome do passatempo) /Mês (ex: Março)
- Colocar dados pessoais: (nome e morada completa)
- Resposta ao passatempo

2– Após o apuramento dos vencedores, os mesmos serão publicados neste espaço, e será colocado um post com a informação de que foram apurados os vencedores no "Planeamento de uma Gravidez"

3 - Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuídos numa segunda lista de vencedores do passatempo.

4 - Depois será enviado o livro pela Editorial Presença aos vencedores.

Livro do Mês de Março


Parentonomics
Joshua Gans
Título Original: Parentonomics – an Economist Dad Looks At Parenting
Tradução: Maria de Almeida
Páginas: 216
Colecção: Sociedade Global Nº 39
PREÇO COM IVA: 15,00€
ISBN: 978-972-23-4303-9

Data de Publicação: 17 Fevereiro 2010

GUIA PARENTAL
SEGUNDO PRINCÍPIOS ECONÓMICOS
Os incentivos, recompensas, castigos e ameaças da economia, aplicados à paternidade, numa abordagem que é, simultaneamente, plena de humor e insight.

Quando o autor desta obra foi pai pela primeira vez, sentiu, como qualquer outro pai estreante, um misto de alegria e ansiedade. Mas, sendo economista, cedo se começou a aperceber das analogias existentes entre os dois universos – o da economia e o da educação -, e decidiu aplicar os princípios e as estratégias básicas da economia à educação dos próprios filhos. Assim, ao longo da obra, somos convidados a pensar na actividade parental em termos de incentivos, recompensas, pensamento estratégico, direitos de propriedade, teoria dos jogos, castigos e ameaças, entre outros conceitos económicos, numa abordagem que é, simultaneamente, plena de humor e insight, e que reflecte sobre as questões quotidianas essenciais no processo educativo de uma criança. Esclarecedor e divertido, Parentonomics é um relato autobiográfico que nos traz o olhar de um economista sobre o papel do educador.

Joshua Gans é professor de Gestão na Melbourne Business School, da Universidade de Melbourne e autor de diversos livros na área da economia. É Director da CoRE Research, uma empresa de consultoria económica. Em 2007 foi distinguido com o Australia’s Young Economist Award, um prémio atribuído ao melhor economista com menos de 40 anos a trabalhar na Austrália. É pai de três filhos. Website: http://www.parentonomics.com.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Lista dos vencedores do mês de Fevereiro


Cisbelia Ferrão Vicente
Azambuja

Estas breves linhas não espelham tanto a experiência de mãe trabalhadora mas a dor de ir trabalhar e ter de arranjar um “sítio para deixar o meu bébé”, como se diz.
Sinto que ao trabalhar para viver estou a negligenciar o meu filho; o meu principe. Este inocente que, de tão curta idade, não sabe que é preciso trabalhar para viver. Na sua inocente mente só sabe que gosta do quente da mamã, das brincadeiras do papá, do beijinho da mamã, da barba do papá, dos abraços que estes dois modelos dão um ao outro e a ele. Abraços esses que lhe enchem o coração de amor e ternura. Parte-me a alma, mesmo! A minha alma sofre ao deixá-lo para mais um dia de trabalho.


Luísa Figueiredo

A minha experiência é um pouco diferente do normal, pois eu trabalho no r/c, numa sala de estudo e vivo no 1º andar e uma vez que o negócio é meu, tive a hipótese de ter os meus filhos (um menino de 5 anos e uma menina de 11 meses) sempre comigo. Como é evidente, sinto-me uma felizarda por ter esta oportunidade, mas a verdade é que é muito, mas mesmo muito complicado fazer as duas coisas ao mesmo tempo (cuidar dos filhos e trabalhar) enquanto eles são pequenos. Estou a falar com um cliente e a minha filha quer colo, ou estou numa reunião com funcionários e está na hora da papinha, sem falar na muda da fralda, que se nota logo quando é necessária. Ao ínicio foi um caos e assim tive de delinear estratégias para conseguir conciliar as duas coisas. A primeira de todas foi arranjar ajuda, é preciso aceitarmos os nossos limites e não pensarmos que somos más mães por não aguentarmos tudo. Falei com a avó que se disponibilizou imediatamente a estar mais tempo presente no meu trabalho; depois comprei uma aranha, que durante meia hora é fantástica para ocupar o tempo da criança (enquanto não anda) e utilizo-a em momentos "chave". Comecei a marcar reuniões no horário de dormir da minha filha (durante 1 hora aproximadamente está a descansar) e tenho sempre um pacote de bolachas Maria à mão, porque ela adora roê-las. Agora que está quase a fazer um ano também se distrai imenso a ver no computador videos de musica infantil sem falar que adora tagarelar com os meus alunos. Os meus clientes são todos pais e por essa razão compreendem bem a minha situação. Chego ao final do dia exausta, no entanto muito feliz por ter passado o dia com os meus filhos.


Diana Henriques
São Bento Golpilheira

Lá no meu emprego temos uma cozinha e como somos oito, uma de nós cozinha e assim poupamos uns euros valentes e comemos sempre muito bem! Então enquanto degustamos as nossas belas refeições, o tema de conversa muitas vezes é sobre as notícias do dia anterior, que todas elas contam vividamente "e tu viste aquela reportagem? É pá, impressionante!" e coisas assim... Nesse momento dou-me conta que de facto a minha vida está muito diferente... é que desde que comecei a trabalhar NUNCA mais vi um telejornal, pois a minha rotina diária é chegar a casa, dar banho à miúda, fazer o jantar, dar de comer à cria, adormecê-la e se tudo correr bem e não adormecer com ela, vir até à net ver os meus mails e visitar alguns dos meus blogs preferidos... E fico sem assunto de conversa... é que sobre as notícias do telejornal, eu não faço a mínima ideia do que se passou, mas se me perguntarem o que se passou no episódio do Noddy... isso eu já sei dizer! Mas acho que elas não estão interessadas... Hum...
Isto de ser a única mãe trabalhadora às vezes é um pouco solitário!


Nelson Frias Amaral
Sátão

Visto ser trabalhador independente sempre pude dispor do meu tempo da forma que mais jeito me dava. No entanto o meu trabalho sempre me ocupou muito tempo, a única vantagem que tenho é poder fazer o meu próprio horário. Se hoje não trabalhar 2 horas, amanhã vou ter que o fazer. Se hoje perder acordar às 8h se calhar deito-me à meia-noite, mas se acordar Às 10h já me deito às duas da manhã. Como pai acabo então dessa forma a orientar o meu tempo de maneira a poder estar presente de uma forma mais activa na vida dos meus filhos. De forma a poder estar no pequeno-almoço com eles, a poder levá-los à escola, ir buscá-los no final do dia, levá-los às actividades deles... poder participar juntamente com eles nas suas actividades. É óptimo poder gerir o meu tempo dessa forma, pois assim sinto-me mais próximo deles e sinto que eles me sentem mais próximo também a mim.


Ana Isabel Pires Mota de Paiva
Santa Iria da Azóia

Desde que fui mãe pela primeira vez (05-04-2000), percebi que nenhum outro sentimento superava o da maternidade. Ser mãe pela segunda vez (01-09-2004) veio reforçar essa aprendizagem e evidenciar o "vale a pena...!" Porque vale a pena o esforço...o sacrifício das noites mal dormidas, o amor inigualável, o aproveitar cada minuto precioso...a par duma vida atribulada, cheia de trânsito, reuniões, compromissos inadiáveis... A qualidade no tempo que estamos em casa, vale muito mais do que tempo! Saber gerir esse tempo é crucial: Todos os dias chego a casa às 19h30... e todos os dias tomo o banhinho com elas, todos os dias cozinhamos juntas, dividimos tarefas, fazemos tpc, adormecemos juntos!... Se não partilhássemos o que nos da tanto prazer... não estávamos tão preenchidas e cheias de boas recordações!!! Vale a pena ser feliz com o pilar de família e conjugar com o ser realizada na vida profissional... Porque nunca ninguém disse que era fácil, apenas que VALE A PENA!


Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) com o seu endereço completo - para o envio do livro - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuídos numa segunda lista de vencedores do passatempo.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Passatempo do mês de Fevereiro



A Maternidade e a Vida Profissional

T. Berry Brazelton

Título Original: Working and Caring

Tradução: Sílvia Serrano Santos

Páginas: 232

Colecção: Orientações Nº 25

PREÇO SEM IVA: 14,25€ PREÇO COM IVA: 14,96€

Código de Barras:9789722333061

ISBN: 972-23-3306-2

Data de Publicação: 18 de Janeiro



PEDIATRA MUNDIALMENTE RECONHECIDO ESCREVE NOVO LIVRO

MÉTODO BRAZELTON OCUPA TOPS PORTUGUESES (ver anexo).

PÚBLICO-ALVO: pediatras, pais, educadores de infância, professores e encarregados de educação.

GÉNERO: guia prático.

OUTROS LIVROS DO AUTOR: O Grande Livro da Criança, A Criança e o Seu Mundo Criança dos 3 aos 6 Anos e a série O Método Brazelton.

Um dos maiores desafios que se colocam aos pais de hoje é a resolução do conflito que se gera entre a vida profissional e a vida familiar. Na sequência da chegada de um novo membro à família, muitos pais sentem que têm de se desdobrar para ter o tempo e a atenção necessários para criar o filho sem deixarem de ser eficientes no trabalho. T. Berry Brazelton, na qualidade de pediatra experiente e reconhecido, oferece linhas de orientação para a conciliação de ambos.
T. Berry Brazelton é Professor Emérito da Escola de Medicina de Harvard.

Passatempo do mês de Fevereiro



Caros Leitores, aqui vai o passatempo do mês de Fevereiro.



Este passatempo consiste no envio de um curto relato da experiência que tiveram como mãe/pai trabalhador.


Respostas aceites: as enviadas até dia 25 de Fevereiro.



A Editorial Presença, oferece 1 exemplar da obra "A Maternidade e a Vida Profissional" às 5 melhores histórias.



Regras



1 – Enviar um mail para passatempo.gravidez@gmail.com: Com o assunto: (nome do passatempo) /Mês (ex: Fevereiro)



- Colocar dados pessoais: (nome e localidade)



- Resposta ao passatempo



2– Após o apuramento dos vencedores, os mesmos serão publicados neste espaço, e será colocado um post com a informação de que foram apurados os vencedores no "Planeamento de uma Gravidez"



3 - Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) com o seu endereço completo - para o envio do livro - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuídos numa segunda lista de vencedores do passatempo.



4 - Depois será enviado o livro pela Editorial Presença aos vencedores.

Lista de vencedores do mês de Janeiro




José Rodrigues

Coimbra
«Se o meu rebento se portar mal,Aos ouvidos não lhe vou gritar,Com a minha voz não o vou assustar,E jamais me exaltar,Caso ele faça algo que não ache correcto,Uma conversa de pai para filho com ele vou ter,E subtilmente o vou repreender,Pois na posição dele já tive,E não gostei da forma como o meu pai procedeu,Como os erros não são para repetir,Um aviso lhe vou dar,E se continuar um castiguito vai ter,Mas no fim decerto irá cair em si e a asneira que fez compreender.»

Patrícia Carla Madeira
Santarém

«Quando quero que a minha filha de 2 anos me obedeça, em vez de "mandar", digo-lhe: "ajuda a mamã". Geralmente são palavras com efeito positivo porque ela gosta de dar o seu contributo em tudo, e sentir-se importante na família.
Quando tenho que lhe dizer "não", explico-lhe em poucas palavras o porquê, parece aceitar mais facilmente do que se lhe disser apenas "não".
Quando não quer mesmo obedecer e me contraria com todas as forças, só há uma coisa a fazer, manter calma a todo o custo, pegar-lhe ao colo, dar-lhe um abraço forte, beijinhos, mimos, até que se acalme para poder chamar-lhe á razão, e assim me obedecer.»

Sílvia A. Guerreiro
Palmela
«AS estratégias variaram com o passar dos anos. HOje tenho uma filha de 3 anos e meio e uma de 1 ano e meio. Especialmente por elas já fazerem «parelha» nos disparates, tivémos de adoptar medidas que fossem idênticas para as duas, afim de não se sentirem diferenças de tratamento. Como não somos apologistas do ralhete físico, apostámos na chamada de atenção «temporizada», que consiste em contar pausadamente até 3 e dar a possibilidade do disparate parar. Caso não aconteça o esperado, cada uma fica sentada no seu canto de castigo, sem acesso a brinquedos nem nada com que se magoem. Só se cede á birra que se inicia com o seu silêncio e ium pedido de desculpas. Até ver tem dado resultado.»

Raquel Bramão
Lousa, Loures

«Tenho duas crianças de 8 e 4 anos, sendo a mais velha uma menina e o mais novo um menino.A técnica que se usa na nossa casa é a comunicação, explicamos aos nossos filhos o que não podem fazer e porquê. As coisas simples como não pôr os dedos na ficha eléctrica ou nas grades da lareira são, felizmente, muito facilmente compreendidas e até à data nunca foi necessário qualquer outro tipo de explicação, bastou dizer que é muito perigoso e faz doi doi grande e eles nunca experimentaram!Para outras situações é-lhes explicado, como exemplo posso dar o dormir sozinho que se para ela foi simples e natural, para ele custa-lhe, e todas as noites o adormecer e o deitar é para ele muito duro.É-lhe explicado que para ser grande tem de dormir sozinho, que nós (os pais) estamos no quarto do lado e que se precisar de nós pode chamar a qq hora. Começa então a explicar-nos os medos: a escuridão, o chichi na cama...Retorqui-mos com soluções: A luz de noite (um ovo que se mantém iluminado com uma luz tamisada), para o escuro e a porta entreaberta, o chichi não faz mal (não faz chichi na cama há mais de um ano mas vive um medo de fazer de novo), pois tem resguardo e pode sempre ir à casa de banho sozinho pois está iluminado o caminho ou ainda chamar um dos pais para o acompanhar, por fim chegamos a um acordo de uma história para dormir e depois vamos embora. Por esta altura já está podre de sono, ouve metade da história e adormece!Outra questão são as birras! O Eu Quero!Exemplo: Numa loja, corredor dos brinquedos, eles querem tudo!!!Chegamos a acordo: ou têm direito a algo, 1 artigo por criença e até x euros ou calha já terem recebido algo e como não se pode ter tudo a resposta é não, nesse caso por vezes temos birra, cada vez menos pois já perceberam que com a idade que têm está fora de questão fazerem birra porque são confrontados com um não.É-lhes explicado que não são toleradas birras, no caso mais grave, aconteceu uma vez a mais velha atirou-se para o chão e chorava como se lhe estivessem a fazer mal, disse-lhe que não valia a pena gritar e que além disso era feio e a mãe ficava muito triste com isso, ignorou-me, disse-lhe então que eu e o irmão na altura bébé de colo ía-mos embora porque não gostavamos desses gritos só porque não tinha um brinquedo. Claro que não me fui embora apenas me escondi no fim do corredor e claro que ela parou imediatamente de chorar e começou a chamar-me porque também se queria ir embora connosco.
Não sei se são as melhores maneiras de conseguir-mos obediência, também não quero crianças automatos, mas também não os quero selvagens!Gostava de ler o vosso livro para me recentrar sobre o que se pratica fora da nossa casa.»

Bruno Teixeira
Mafra

«As técnicas que mais utilizo para que a minha filha me seja obediente, é simples e passo a relatar:1º - Certificar-me que a minha mulher não está, pois com ela presente é impossível que a minha filha me obedeça, sem que me faça "bufar";2.aº - Se for esse o caso, é bastante fácil, basta pedir para que faça qualquer coisa, arrume os brinquedos, ou que se porte bem no supermercado, pois no fim estão as pastilhas/chupas, e que só comprarei se ela se comportar;2.bº - Se a mãe estiver, tem que andar de mão dada comigo, pois se assim não for é bastante difícil controla-la, nem com a "recompensa" do doce no final ela sossega. Se a situação for arrumar os brinquedos terei de ser eu a pedir com mais convicção, pois com a minha esposa ela nem responde!!!Adoptamos este sistema de "pai Mau" e mãe Boa", para que consigamos que a Camila faça as coisas e obedeça sempre que necessário. Como é obvio a minha esposa também ralha, mas como ela diz, não tem jeito para esse tipo de coisas e depois mima-a a dobrar!!! Com a chegada do/a irmã/o, teremos de adoptar uma estratégia que se adeqúe aos dois, mas para isso espero ganhar o livro "a criança e a obediência", para me auxiliar e aconselhe em certas situações que de certeza surgirão.»

Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) com o seu endereço completo - para o envio do livro - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuídos numa segunda lista de vencedores do passatempo.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Passatempo do mês de Janeiro


A Criança e a Obediência



Stéphane Clerget e Bernadette Costa-Prades

Título Original: Parents, Osez Vous Faire Obéir

Tradução:
Teresa B. C. Moreira Braga

Páginas: 88

Colecção: Orientações Nº 44

PREÇO COM IVA: 10,00€

Código de Barras: 9789722339094

Data de Publicação: 18 de Março 2008


PAIS, FAÇAM-SE OBEDECER!

Um filho obediente é o sonho de muitos pais. Este pequeno guia ajudá-lo-á a concretizá-lo, através de explicações e conselhos claros e sucintos, que passam em revista: os motivos por que a criança não obedece, as estratégias para se fazer obedecer, os castigos a aplicar, a gestão das rotinas diárias e como lidar com as situações mais susceptíveis de gerarem mau comportamento. A Criança e a Obediência constitui assim uma oportunidade irrecusável para aprender a conciliar autoridade e afecto e para educar baseando-se num clima de respeito mútuo que todos beneficiará.

Stéphane Clerget, pedopsiquiatra em Paris, é autora de numerosos livros.

Bernadette Costa-Prades é jornalista e escritora, especialista e psicologia e educação.


CITAÇÕES IMPRENSA ESTRANGEIRA

«Um livro resumido, não repressivo nem culpabilizante, ideal para assumir a autoridade necessária em todos os projectos educativos.»
Psychologies Magazine Belgique

«A obediência é uma arte e as crianças divertem-se a explorar os seus limites.»
Psychologies.com

«Um livro inteligente num contexto de sociedade em que os pais procuram por vezes o caminho para uma melhor educação.»
leitor, Amazon.fr

Passatempo do mês de Janeiro




Caros Leitores, aqui vai o passatempo do mês de Janeiro.


Este passatempo consiste no envio de um relato das estratégias que utilizam para se fazerem obedecer junto dos filhos.
Respostas aceites: as enviadas até dia 25 de Janeiro.

A Editorial Presença, oferece 1 exemplar da obra "A Criança e a Obediência" às 5 melhores histórias.


Regras

1 – Enviar um mail para passatempo.gravidez@gmail.com: Com o assunto: (nome do passatempo) /Mês (ex: Janeiro)

- Colocar dados pessoais: (nome e localidade)

- Resposta ao passatempo


2– Após o apuramento dos vencedores, os mesmos serão publicados neste espaço, e será colocado um post com a informação de que foram apurados os vencedores no "Planeamento de uma Gravidez"


3 - Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) com o seu endereço completo - para o envio do livro - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuídos numa segunda lista de vencedores do passatempo.


4 - Depois será enviado o livro pela Editorial Presença aos vencedores.

Lista de Vencedores do mês de Dezembro


Diana Almeida
"Descobri que o Pai Natal não existia já na 4ª classe. Decidiram os colegas que eu era 'tolinha' por ainda acreditar que um senhor de idade, com uma grande barriga conseguia distribuir todos os presentes do mundo numa só noite. Enquanto me explicavam que tal coisa era impossível, senti-me ridicularizada de tal forma que as lágrimas foram impossíveis de conter. Voltei do recreio lavada em lágrimas o que não deixou a professora indiferente. Depois de lhe dizer entre soluços o que tinha descoberto, acho que teve pena de mim e tentou salvar o que da minha crença existia. Explicou que, de facto, a distribuição de todos os presente do mundo numa só noite, era uma tarefa impossível para um só homem, independente de ser ou não um senhor de idade som uma grande barriga ou não! Assim, o verdadeiro Pai Natal, que mora na Lapónia, canta todos os anos com a ajuda preciosa de todos os pais, que distribuem por ele os presentes na sua casa. Foi assim que a minha crença de num Pai Natal omnipresente na noite mais mágica do ano caiu por terra, mas ainda hoje acredito que o Pai Natal existe! Ele até aparece no telejornal todos os anos! :)"


Joana Araújo Espiñal
"Desde pequena que sei que existe um senhor com barbas branquinhas e fato vermelho, que voa num trenó puxado por renas e pára nas nossas chaminés para deixar prendinhas, mas à medida que fui crescendo tive muitas dúvidas e confirmações da existência deste senhor. A primeira vez que me surgiu uma dúvida foi quando ouvi falar nas prendas que o menino Jesus trazia… Mau! Alguma coisa não podia estar certa, mas afinal era o menino Jesus ou o pai Natal? Ou será que o Pai Natal era o menino Jesus, só que já estava velhinho? Para alguém que tinha 3 ou 4 anos eram dúvidas existenciais. Entretanto e com a paciência da mãe fiquei a perceber que o menino Jesus trazia as prendas que ficavam lá em casa e o Pai Natal as que ficavam em casa da avó; isso veio explicar porque é que recebia prendas em dois lados, achava que o pai natal ainda não tinha percebido bem o esquema das nossas festas e se enganava, mas essa história do menino Jesus explicava tudo…
No Natal seguinte, achei que escrever uma carta ao Pai Natal, não me dava provas absolutamente nenhumas de que ele existia e, como na escolinha, já tinha ouvido rumores de que podia não existir resolvi dizer à minha mãe que nesse ano queria fazer o meu pedido por telefone, queria falar mesmo com o Pai Natal e escrever a carta ao menino Jesus, assim recebia, na mesma, prendas dos dois. A minha mãe explicou-me que as linhas de telefone do pólo norte estavam sempre cheias de meninos a tentar ligar e que a melhor hora para não estar interrompido era a hora do jantar… Esperei o dia todo e ao jantar lá fiz o meu telefonema, sentada no sofá, com a minha voz mais afinada, falei com o Pai Natal ao telefone, que disse que ia fazer os possíveis por não se esquecer de nada e que contava encontrar-me no natal em casa da minha avó e assim passou mais um Natal.
O ano seguinte foi o pior, a escola primária e os outros meninos a tentarem convencer-me de que o Pai Natal não existia, mesmo que eu lhes dissesse que tinha falado com ele ao telefone e explicado que não era a voz de mais ninguém a não ser o Pai Natal, ninguém parecia acreditar em mim, e às vezes até eu quase deixava de acreditar, e nesse ano a mãe teve uma ideia para provar que o Pai Natal existia, íamos escrever uma carta ao Pai Natal e outra ao menino Jesus e pedir-lhes para mudar o sitio onde deixavam as prendas, o Pai Natal deixava em casa, o menino Jesus levava as prendas para a casa da minha avó e depois fazíamos uma armadilha ao Pai Natal, para vermos se existia. E assim foi, na Noite de Natal antes de sairmos para casa da avó, a mãe comprou um bolo-rei e deixou em cima da mesa com um copo de leite, e disse-me: “O Pai Natal é tão guloso que não vai resistir a tirar uma fatia e beber o leite”… Nesse Natal eu já nem pensava nas prendas, só queria chegar a casa e ver se o Pai Natal tinha comido a fatia do bolo-rei. E qual não foi o meu espanto quando ao chegar a casa me deparo, não só com a falta de uma fatia no bolo-rei, o copo do leite a meio e um bilhete que dizia: “Obrigado, o bolo era delicioso e o leite estava morninho de estar ao pé da lareira, vou ter muito mais força para o resto da noite.” Só isto já me deixava contente, mas o que me convenceu mesmo, mesmo, mesmo que o Pai Natal lá tinha estado era um rasto de açúcar que ia da mesa até à lareira onde se viam as pegadas do Pai Natal… Desta vez tinha a certeza e não havia ninguém que me pudesse dizer que o Pai Natal não existia, na escola consegui mesmo convencer alguns colegas de que era verdade. E assim foram-se passando os Natais, aos poucos fui tentada a deixar de acreditar que o Pai Natal existia, fui crescendo e o imaginário do Pai Natal foi crescendo comigo, sabia que alguém se vestia de Pai Natal lá em casa, depois eu própria comecei a vestir-me de Pai Natal, para os mais pequeninos da família, comecei a fazer pegadas de açúcar e a comer uma fatia de bolo-rei a correr antes de sairmos de casa para os meus irmãos, e assim o Pai Natal começou a desaparecer. Hoje sou adulta e na maioria dos dias acho que o Pai Natal não existe, não sei muito bem como deixei de acreditar nele, mas quando muitas vezes na noite de natal sou eu a mãe que combina com um amigo telefonar-lhe a determinada hora para ele fazer de pai natal, sinto que no fundo o Pai Natal existe mesmo e está dentro de cada um, é uma criatividade especial que aparece um mês por ano e nos faz fazer coisas extraordinárias para convencer os mais novos de que vale a pena sonhar!"

José Ricardo Teixeira de Sousa
"Tinha 8 anos e lembro certo dia antes do Natal, perguntei ao meu primo: “ O que pediste ao Pai Natal este ano?”. Ele soltou uma gargalhada e disse: “O Pai Natal não existe, a minha mãe disse-me que não existe, quem põe os presentes no Pinheiro de Natal é o meu pai e a minha mãe.”Nem respirei, e defendi logo: “O Pai Natal existe. Pelo menos na minha casa é ele quem trás as prendas”. Depois de tanta existência de um lado e de outro desatamos numa briga sem vencedor e acabamos por deixar o assunto por ali. Pensava eu, como poderia ele pensar tal coisa do Pai Natal?Nesse mesmo ano a minha mãe levou-me com ela as tradicionais compras de natal. Ela sempre comprava os brinquedos que pedia ao Pai Natal a minha frente e dos meus irmãos e dizia que eram para uma senhora que lhe pediu para comprar. E claro, sempre acreditava. Mas nesse ano tudo ficava mais claro. Numa loja de brinquedos a minha mãe chamou a parte dos meus irmãos e contou-me o segredo. Sim esse mesmo. Com todas as palavras ela disse: “ O Pai Natal não existe, sou eu quem compra as prendas e põe no Pinheiro de Natal, mas por favor não digas nada aos teus irmãos.”Comecei a lembrar na briga com o meu primo e vi que afinal ele tinha acabado como vencedor."

Cláudia Isabel Rodrigues Dias Louro
"Eu sempre soube, desde bem pequenina, que o Pai Natal não existe até que descobri que, afinal, ele existe sim. Foi o meu filho quem me fez descobrir aquilo que todos dizem não ser verdade. O Pai Natal existe, sim. Existe no coraçãozinho das crianças, existe na imaginação dos adultos e existe, principalmente, no coração daqueles que fazem o bem. Se procurarmos bem, existe dentro de cada um de nós. É só procurar e lá está ele...pronto a fazer crescer sorrisos. É só acreditar...é só procurar...é só sonhar...E será que alguém pode afirmar que os sonhos não são reais?? Procurem-no e surpreender-se-ão.
Feliz Natal"


André Filipe Rodrigues Soares
"Quando eu era miúdo acreditava que o Pai Natal era o meu pai. Na escola ainda cheguei a contar a alguns colegas. O meu pai é médico de profissão e em alguns Natais tinha de fazer banco e ausentar-se, levando-me a pensar que andava a distribuir presentes. Fisicamente também tem algumas semelhanças, tem alguma barriga, é grisalho desde que o conheço e tem olhos claros. Recordo-me que tudo começou quando um dia o apanhei a mascarar-se, e embora ele não me tenha visto, pensei que tinha descoberto o seu segredo. Quando os outros miúdos diziam que o pai natal não ia a suas casas eu sabia que era porque ele nesse ano tinha ficado em casa comigo! Só muito mais tarde me apercebi que era tudo um mal entendido. "



Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) com o seu endereço completo - para o envio do livro - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuidos numa segunda lista de vencedores do passatempo.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Passatempo do mês de Dezembro

Eu Sei Tudo Sobre o Pai Natal



Nathalie Delebarre e Aurélie Blanz



Título Original: Moi, Je Sais Tout Sur Le Pére Noël



Tradução: Editorial Presença


Páginas: 32



Colecção: Diversos Infantis Juvenis Nº 68


PREÇO SEM IVA: 5,71€ / PREÇO COM IVA: 6,00€
ISBN: 978-972-23-3952-0
Código de Barras: 9789722339520

Data de Publicação: 18 de Novembro 2008


AFINAL O PAI NATAL EXISTE!


«Os crescidos dizem que o Pai Natal não existe. Mas eu não acredito neles.»

Iniciando-se com a frase «os crescidos dizem que…», este pequeno hino à figura do Pai Natal vem reforçar a sua existência e provar a todos os meninos que ele não só existe como continua a visitar todas as casas, ou melhor, aquelas casas que têm árvores de Natal, em cada ano que passa. As dificuldades enunciadas pelos adultos são rapidamente desconstruídas pelo menino protagonista desta história que encontra resposta para qualquer ideia feita. O importante é acreditar que realmente o Pai Natal existe e toda a tradição de que ele faz parte encontra significado na mentalidade dos pequenos leitores. As crianças são a prova viva de que a lenda perdura ao longo dos tempos e se mantém acima de todas e quaisquer contrariedades. Por isso, não vale a pena dizerem que o Pai Natal não existe quando todos sabem que isso não é verdade.

Nathalie Delebarre, autora.
Aurélie Blanz, ilustradora.

GÉNERO: aventura infantil
PÚBLICO-ALVO: leitores a partir dos 5 anos.

Passatempo do mês de Dezembro



Caros Leitores, aqui vai o passatempo do mês de Dezembro.



Este passatempo consiste no envio da história de como descobriram que, afinal, o Pai Natal não existe.


Respostas aceites: as enviadas até dia 25 de Dezembro.


A Editorial Presença, oferece 1 exemplar da obra "Eu sei tudo sobre o pai Natal" às 5 melhores histórias.



Regras


1 – Enviar um mail para passatempo.gravidez@gmail.com: Com o assunto: (nome do passatempo) /Mês (ex: Dezembro)


- Colocar dados pessoais: (nome e localidade)

- Resposta ao passatempo



2– Após o apuramento dos vencedores, os mesmos serão publicados neste espaço, e será colocado um post com a informação de que foram apurados os vencedores no "Planeamento de uma Gravidez"



3 - Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) com o seu endereço completo - para o envio do livro - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuídos numa segunda lista de vencedores do passatempo.



4 - Depois será enviado o livro pela Editorial Presença aos vencedores.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Lista de Vencedores do Mês de Novembro


Aqui estão os vencedores de Novembro:






Ana Mestre, Amora
“O episódio mais caricato de quando a Matilde (a minha filha) começou a comer sozinha foi quando, ao comer pão (pã, como ela diz), ela conseguiu enfiar uma fatia inteira dentro da boca. Felizmente reparei a tempo, antes que ela deixasse de conseguir respirar!”


Rita Vences Morgado, Corroios
“Estava a minha mãe no outro dia a pôr a mesa para jantar, quando a minha filha de 15 meses que estava ao meu colo diz: "Papa", perguntei-lhe queres papar? ela disse: "Não" e por duas vezes repetiu a conversa, mas como já tinha jantado e não é muito amiga da nossa comida, principalmente porque ainda come a sopinha desfeita, não lhe liguei! Começámos a jantar e ela veio pedir comida lá lhe dei esparguete, que adorou, pediu para sentar à mesa e lá lhe pús um pratinho de onde foi tirando os pedacinhos de esparguete com a mão às tantas já havia esparguete por todo lado a pequena só ria, enfim a confusão própria de quem está a comer sozinha pela primeira vez...”


Dora Alexandra Neto Ferrão, Coimbra


“Bem a história é sobre mim, quando era bem pequenina lembro-me bem da minha avó passar martírios comigo para eu comer alguma coisa de jeito e lembro-me dela começar a dizer para eu comer rápido porque senão vinha um homem com um saco e levava-me a mim e á comida... Lembro-me sempre disso quando tenho que dar de comer a algum pequenino, mas não sei porquê, com eles não resulta...Ainda hoje a minha avó brinca comigo em relação ao homem do saco...é dos tais laços...”


Inês Garcia Fernandes, Lousã


“Episódio com a minha sobrinha:Lembro-me de um almoço em que a minha sobrinha estava a comer pela primeira vez (ao colo do avô) a sopinha.Para além de encher o avô de sopa (cabelo, roupa, óculos, etc.), acabou por entornar o resto do prato com a sopa para cima da cabeça da cadela.Foi muito engraçado na altura. Algo inesquecível para lhe contar quando for maior :)”




Marta Carreira, Belas


“Num lanche ajantarado em casa dos meus sogros estávamos a comer vários petiscos entre os quais estavam as ameijoas. A nossa afilhada estava toda contente porque já comia sozinha, na sua própria cadeira e estava à mesa connosco como gente grande. O problema surgiu quando ela quis comer ameijoas. Depois de muito insistir, tentei resolver a questão e resultou na perfeição. Nas cascas vazias das ameijoas coloquei bocadinhos de bife pequeninos. Ela começou a comer, toda satisfeita e dizia para a minha sogra: "olha titi, também estou a comer bichinhos".”






Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) com o seu endereço completo - para o envio do livro - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuidos numa segunda lista de vencedores do passatempo.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Lista de Vencedores do Mês de Outubro

Aqui está ... os vencedores de Outubro

Sofia Moreira Coelho - Lavradio
«" Um Tubarão, muito glutão, engoliu toda a água da banheira, fez da boca uma torneira... sorriu, gargalhou e entornou, numa onda transformou e brincou com o menino, que pequenino, soprou como gente grande e transformou-o numa bola de sabão."»

Laureana Isabel da Costa Santos - Espinho«Eu gostaria de receber este livro para ter mais criatividade para ensinar histórias ao meu filho, pois ele não gosta muito de tomar banho e tenho de lhe contar algumas histórias para tomar banhinho.»

Maria Isabel Ferreira Pinto Magalhães - Grijó
«Já tenho uma pequena sereia na banheira lá de casa e ela está ansiosa por ter a companhia de um amigável tubarão.»

António Manuel da Silva Roldão - Pinhal Novo
«Tenho a banheira preparada e o rebento a caminho… o pato amarelo está já falado; não haverá uma história para aguçar a espera, quem sabe de um tubarão com ares de menino?»

Isabel Rodrigues - Covilhã«"O Afonso é o tubarão lá de casa, quando entra na banheira transforma a casa de banho num oceano onde, através da sua imaginação, navega horas a fio em busca de novas aventuras. O novo livro infantil de David Machado vai ajudá-lo a encontra novas formas de explorar este imenso oceano que é a vida de uma criança de seis anos." »

Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) com o seu endereço completo - para o envio do livro - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuidos numa segunda lista de vencedores do passatempo.